As «barracas» dos pescadores da Lagoa de Óbidos
Evento:

Já aconteceu

Centro de Interpretação da Lagoa de Óbidos

Horário

das 14h às 17h

Formato

Presencial

Fotografia - Espólio de Vítor e Clementina Silva. Caldeirada (convívio) junto à cabana de pescador de Joaquim Malhoa nos anos de 1970/80.

 

 

 

Dia 26 março | das 14h às 17h | Lagoa de Óbidos - Foz do Arelho

 

Na margem do sul da Lagoa de Óbidos ainda hoje encontramos algumas cabanas de pescadores, utilizadas para estes guardarem apetrechos da pesca e descansarem. Contudo, as primeiras cabanas da Lagoa de Óbidos, conhecidas como as «barracas» dos pescadores, surgiram na Ponta da Ardonha, próximo ao Braço da Barrosa, há mais de 200 anos.

Começaram a ser construídas pelos antigos «Varinos», pescadores vindos da Murtosa, no distrito de Aveiro, nas suas primeiras migrações. Tinham um formato e uma função diferentes das de hoje. Durante os oito meses de companha que os Varinos por aqui passavam, estas cabanas serviam de habitação - “ali cozinhavam, dormiam e guardavam o pouco que tinham”.

 

O Centro de Interpretação da Lagoa de Óbidos e o Coletivo Guarda-Rios convidam-no para um atelier para a conclusão da construção de uma réplica de uma «barraca» dos pescadores da Lagoa de Óbidos.

 

Venha conhecer mais sobre a origem e a história destas estruturas, os materiais de que eram feitos e a sua evolução até às atuais Cabanas dos Pescadores da Lagoa de Óbidos.

 

 

Ponto de encontro

Avenida do Mar, Foz do Arelho

Coordenadas GPS: 39°25'47,66''N  9°13'30,77''W

 

 

O número de participantes é limitado e as inscrições obrigatórias, até 24 de março,  pelo formulário em baixo.

 

 

 

Esta iniciativa resulta de uma parceria entre o Coletivo Guarda-Rios e o Centro de Interpretação da Lagoa de Óbidos, e tem a colaboração da OSSO – Residências Artísticas na Aldeia de São Gregório (Caldas da Rainha) e da Junta de Freguesia da Foz do Arelho. Saiba mais aqui!

 

 

Sobre o Coletivo Guarda-Rios

Guarda-Rios é um projeto de investigação-ação artística que pretende, a partir dos territórios ribeirinhos, refletir sobre as diferentes dimensões – artística, cultural, social, ambiental – das relações dos seres humanos com o seu ambiente natural e construído (antropizado). Pretende-se que as práticas de observação-escuta-investigação, desenvolvidas em residências por diferentes rios pelo país, revelem dimensões múltiplas das realidades locais que emergirão, quer através de trabalhos artísticos, quer através de ações in loco. O projeto Guarda-Rios é apoiado pela Direção-Geral das Artes.

 

 

 

O Centro de Interpretação da Lagoa de Óbidos resultou de um projeto do Orçamento Participativo Portugal (OPP) coordenado pela Liga para a Protecção da Natureza em parceria com a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, a Câmara Municipal de Óbidos e o Conselho da Cidade – Associação para a Cidadania.

 

 

 

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